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Cirurgia de para e tetraplégicos / paralisia infantil e espásticos

 

As paralisias vertebromedulares são muito frequentes em Portugal, tanto em acidentes de trabalho e acidentes de viação, como actividades desportivas.

No campo das paralisias espásticas dos membros inferiores em paraparésias e paraplegias, independentemente da causa, existem cirurgias paliativas que estabilizam e melhoram o posicionamento biomecânico, permitindo uma deambulação com tutores externos.

O tratamento da mão do tetraplégico, com cirurgia paliativa para alguma recuperação da função da mão (pinça palmar e pinça lateral), é de uma importância extraordinária para a tentativa de obtenção de maior autonomia nas actividades da vida diária (AVD's). As transposições musculares, para motorização da extensão do cotovelo com técnicas específicas, são de importância capital.

Em 1997, o Prof. Doutor Abel Nascimento introduziu em Portugal, em simultâneo com o Reino Unido e a França, a cirurgia robótica com o FreeHand System. Este sistema é o único até ao momento a nível mundial que permite realisticamente recuperar, à custa da electrónica, os movimentos sincronizados do punho e mão. Torna possível, numa mão paralítica, a flexão e a extensão dos dedos (pinça palmar e pinça lateral), permitindo escrever, pentear, escovar os dentes, atender o telefone, comer, pegar num copo, etc.. Em breve este sistema irá ser melhorado a nível do funcionamento electrónico, sendo a única verdadeira revolução no tratamento destes doentes.

Primeiro paciente português operado com o sistema electrónico FreeHand System, 1997

Para o controle do funcionamento da bexiga destes doentes, o Director do ICR aplica também o sistema electrónico Brindley (VOCARE) system na medula.

O ICR, através do seu Director, está envolvido no projecto europeu SUAW 2 para recuperação da marcha em paraplégicos, utilizando um sistema electrónico.

O Prof. Doutor Abel Nascimento é consultor dos Centros de Reabilitação e Medicina Física da Tocha e do Alcoitão.

São inúmeros os doentes tratados ao nível do membro superior e inferior por sequelas de paralisia infantil, através da alongamentos, transferências musculares e tendinosas, tenodeses, artrodeses, etc..

Da mesma forma, as sequelas dos traumatismos craneo-encefálicos (TCE's) e acidentes vasculares cerebrais (AVC's), são objecto de tratamento especializado nas suas paralisias espásticas.

Temos um protocolo de investigação em cirurgia experimental, visando a aplicação humana, de stem cells.